Geek pra que te quero

Você lê na revista IBMista #35: quem são os Geeks da IBM? Há muito tempo o estereótipo de nerds mudou. Mesmo numa empresa de TI como a IBM, os nossos nerds são descolados, antenados e têm muito orgulho disso!

Você também se considera geek? Conte sua história nos comentários abaixo, leia a matéria e divirta-se!

Qual é o seu lado B?

Na edição 34 da revista IBMista você lê sobre IBMistas que têm hobbies ou estilos de vida inusitados, como uma jovem arqueira e um puxador de escola de samba. Durante o trabalho, ninguém imagina que eles têm esse “lado B”.

E você? Tem um lado alternativo que seus colegas não imaginam? Conte pra gente nos comentários desse post!

95 anos de IBM Brasil – Uma história dentro da nossa história

Na edição 34 da revista IBMista você teve a oportunidade de conhecer a história do Francisco Crespo, que contribuiu para os 95 anos da IBM Brasil. Outra IBMista que também fez parte dessa trajetória  foi  a senhora Clementina Gomes Sammartano, que aos 90 anos de idade nos contou com muita alegria e simpatia as suas lembranças.

Clementina, ao centro, de vestido claro com cinto.

Quando Clementina nasceu, a IBM era apenas uma criança. Ambas cresceram, passaram pela adolescência e, quando chegaram à idade adulta, suas histórias se juntaram. Em 1944, uma época em que muitas mulheres nem sonhavam em desempenhar funções fora de casa, Clementina não só foi trabalhar como entrou para uma empresa de tecnologia, a Hollerith, que cinco anos depois foi incorporada à IBM. Começou como datilógrafa, mas posteriormente atuou como taquígrafa, secretária executiva, coordenadora de CPP (Centro de Processamento da Palavra) e aposentou-se, 36 anos depois, como gerente de apoio administrativo. O crescimento de Clementina na empresa foi um reflexo dos diversos cursos que fez pela IBM e também do amor que tinha pelo que fazia. “Eu adorava ir trabalhar. Preferia estar na IBM que em casa”, recorda.

Durante o seu percurso na empresa, ela lembra que muita coisa mudou. “No começo, não havia computadores, trabalhávamos com tabuladores. Também não existia ainda a Fundação Previdenciária IBM, da qual fiz parte da primeira turma de aposentados”, orgulha-se. Sobre a conquista dos 95 anos de IBM Brasil, Clementina diz que nunca duvidou. “Sempre achei que a IBM seria eterna. É uma grande empresa, que evolui a cada dia”, conta.

Hoje, ela mora em São Vicente, cidade do litoral de São Paulo, e é casada com Paolo há três anos. Isso mesmo, desde os 87! “Na verdade nos conhecemos aos seis anos de idade, mas o destino nos juntou novamente agora”, explica. Feliz e muito bem de saúde, como faz questão de ressaltar, de vez em quando Clementina usa o computador e entra na internet para pesquisar coisas. “Ainda pretendo fazer um curso de informática para me atualizar”, garante.

E sobre o que espera da IBM nos próximos anos, ela não hesita: “A empresa é o futuro da tecnologia na Terra e no espaço, especialmente no espaço, pois ainda vai ajudar a explorar os planetas”.

Você conhece outros personagens importantes nesses 95 anos de IBM, que têm histórias interesessantes? Fale para a gente nos comentários abaixo, eles poderão ser entrevistados para as próximas edições!

Pesquisa de opinião

Muito obrigada a todos que responderam a pesquisa de opinião sobre a revista IBMista! O prazo terminou no dia 3 de fevereiro.

Vamos analisar os dados e trazer novidades ainda em 2012, aguardem!

A língua “IBMesa”

Veja a reflexão do IBMista Cesar Augusto Mucci Mattos sobre esse idioma tão peculiar que falamos dentro da nossa empresa, e conte pra gente se você já passou por uma situação dessas.

Estava eu na casa de um amigo quando surgiu uma dúvida sobre um assunto corriqueiro que poderia ser resolvida com uma simples busca pela Internet.
Como eu já sabia que meu amigo possuia um laptop, num impulso perguntei:

- Posso usar o seu “TP”?

Após alguns segundos tentando entender porque todos no ambiente me olhavam sem compreender o significado do pedido, me dei conta de que nem todos os laptops que existem no mundo são Lenovo e tem o nome “Think Pad”.
Pedi desculpas e corrigi a requisição:

- Posso usar o seu laptop?

É fácil perceber que não precisamos de muito tempo como IBMistas para incorporarmos uma linguagem espontânea e quase exclusiva ao nosso ambiente de trabalho.  Então tomo a liberdade de me referir a essa linguagem como “IBMês”.

Como a própria expressão “IBMista” diz, muitos dos termos que adotamos aqui e que normalmente não fazem parte do dia a dia fora do universo “IBMista” (o próprio nome já é um exemplo) foram espontâneamente instituidas e são largamente usadas em nossa rotina de trabalho, em alguns casos até mesmo em caráter oficial.

São palavras ou termos fora to contesto gramatical que na sua maioria nascem de um “aportuguesamento” de palavras de outros idiomas ou de nomes.  Isso parece ter se transformado em um dialeto único e largamente utilizado pos nós IBMistas.

Devem ser muito poucos os IBMistas que não assimilariam automaticamente  expressões como: “fupar” (averbação das expressão Follow Up), “dar um forward”, mandar uma “nota”, dar um “feedback”, ir para um “meeting”, “logar”, estar muito “busy”, fazer “overtime”, falar com o “TL”, com o “COM” ou até com o “BOM”, “pingar” alguém (to ping… ou comunicar pelo programa SameTime), etc…

Um universo de expressões tão comuns e corriqueiras para nós, que até esquecemos que são quase exclusivas do nosso meio, mas que são marcas registradas para qualquer pessoa faz ou já fez parte da IBM.

Mas quem pode nos julgar, afinal por aí afora também se padronizam nomes e expressões de todos os tipos!

Quem já não ouviu ou disse “chiclete” em vez de goma de mascar, “bom-bril” em vez de palha de aço, “band-aid” em vez de curativo, “danone” em vez de iogurte, “deletar” em vez de apagar ou excluir, “candida” em vez de água sanitária, “email” em vez de correio eletrônico, “30% off” em vez de 30% de desconto… e assim por diante.

Então, pelo visto, criatividade é o que não falta no brasileiro! Linguagens adaptadas e expressões próprias são muito comuns em famílias. Na nossa não poderia ser diferente!

Cesar Augusto Mucci Mattos

Você já se pegou falando “IBMês” fora da empresa? Quais outras expressões características da nossa empresa você conhece? Comente abaixo!

Uma visita a Hortolândia

O ex-IBMista Alberto Buscaglione fez recentemente uma visita  a Hortolândia depois de muitos anos aposentado, e fez questão de dividir esse momento com a nossa revista. Veja o depoimento dele abaixo!

Hoje, após ter saído aposentado da IBM em 1995, finalmente voltei para o site de Hortolândia para conhecer como são as instalações de hoje. Claro que o sentimento foi de orgulho e honra de ter sido recebido para esta visita e ver o que tem de ponta na área de tecnologia de informática.

Ao mesmo tempo tive a alegria de cruzar e rever muitos colegas da época que ainda estão lá colaborando.

Mas um deles deixou todos nós com uma sensação de amor pela Companhia pelas palavras que disse: este ex-colega fez 37 anos de IBM e, do que me lembro, sempre foi alegre, prestativo e o mais importante: ele expressou que agradecia o fato de estar lá, trabalhando, no que ele gostava e amava. Porém, foram os brilhos nos olhos dele que todo mundo comentou logo após.

Foi um momento de felicidade pois nem todos vestem a camisa o tempo todo. Eu fico orgulhoso de ter colaborado com alguns grãos de areia para esta companhia que chegou aos 100 anos com uma pujança extraordinária e que tenho a certeza
que sempre estará ditando os caminhos da lideranca mundial.

Obrigado IBM por ter tido esta oportunidade e pelo atendimento que recebi, e que muitas gerações ainda estejam presentes.

Parabéns pelos 100 anos.

Alberto Buscaglione

Por dentro do time de Manutenção

Na edição #31 da revista IBMista, você conheceu um pouco da rotina de alguns funcionários do time de Manutenção, que muitas vezes têm que usar a criatividade para contornar os obstáculos que aparecem dia a dia ao levar o melhor atendimento para o cliente.

Veja abaixo uma entrevista com Francisco Marcondes, diretor da área chamada de Maintenance and Technical Support, e entenda mais sobre como trabalham e o que fazem esses verdadeiros heróis!

Francisco Marcondes

Revista – Qual é a estrutura da área?

Marcondes – A nossa área de Manutenção tem uma estrutura completa, que vai desde o estoque e fornecimento de peças até a área de vendas. Em mais detalhe, a área é composta pelo time de Vendas, Desenvolvimento de Negócios e Ofertas, Área de Suporte e Operações, Peças e o Delivery, que são compostas pelos técnicos de manutenção de Hardware e Software, bem como os responsáveis pelo gerenciamento de projetos.

R – Onde ficam os funcionários e como é o trabalho? 

M – O time de técnicos pode atuar no Command Center no prédio da Tutóia, remotos ou diretamente no cliente, isso varia de acordo com a necessidade do cliente e tipo de suporte prestado; o time de gerenciamento de projetos geralmente fica alocado no cliente também, mas pode prestar suporte remotamente em algum site da IBM ou até mesmo trabalhando de casa (home office) conectado a uma rede IBM.

Detalhando este time técnico, que entrega nossos serviços aos clientes, temos desde 2008 o suporte a Hardware e Software hoje com centenas de profissionais técnicos de hardware espalhados em 125 cidades no Brasil, além de contarmos com profissionais no Command Center (responsáveis pelo gerenciamento dos chamados dos técnicos de campo, com foco em garantir os níveis de serviços contratados pelos clientes), e tendo como segundo nível de suporte o Hardware Resolution Center com IBMistas com as mais altas qualificações. No que tange a Software temos funcionários sediados na IBM Brasil para prover Telesuporte a Software e outros sediados em nossos clientes que demandam sistemas críticos, além de especialistas de segundo nível que suportam estes técnicos de Telesuporte.

R – Como o trabalho de MTS contribui para a IBM?   

M – Os serviços de manutenção oferecidos pelo time de MTS (suporte e gerenciamento) permitem que a empresa garanta, através da prestação de serviços, a correta manutenção e gerenciamento dos produtos IBM vendidos no mercado, além de mostrar capacidade técnica e de skill para trabalhar com produtos não-IBM. O time, altamente capacitado, atua proativamente em soluções de gestão e correção, de forma a garantir o melhor aproveitamento dos produtos comercializados pela empresa, contribuindo para a garantia de qualidade, satisfação de clientes e força da marca IBM perante o mercado. Um ótimo delivery posiciona muito bem a IBM para continuar fornecendo soluções de Hardware, Software e Serviços para os nossos clientes.

R – Como você chegou ao cargo?

M – Entrei na IBM em 1988 como trainee da área de Vendas no Rio de Janeiro. Em 1989, me tornei Engenheiro de Sistemas para o setor Industrial. De 1990 à 1994, atuei em diversos setores de vendas para o setor de Finanças, como Gerente de Vendas e Gerente de Segmentação e em 1995 fui designado para gerenciar a filial IBM na Bahia, um dos maiores estados do Brasil, e Sergipe, onde fui responsável por todos os setores e clientes de GB. Em 1996, fui nomeado Executivo de uma grande unidade de negócio no setor de Finanças, e em 2000, me tornei o executivo para o setor Industrial na IBM Brasil. Já em 2002 coordenava todas as unidades de vendas no Brasil e gerenciava o time de Operações de Vendas, para orquestrar ambas as áreas de vendas e operação. Em 2003 e 2004 atuei à frente dos negócios de Hardware incluindo toda linha de Servidores, Storage e Impressoras para a IBM Brasil. De 2005 à 2007 liderei o setor de Finanças para a linha de serviços na América Latina, incluindo SO, ITS e Manutenção. Em 2008 aceitei a oportunidade de uma designação internacional atuando como Líder de Vendas mundial da Softek e desde o início de 2009 estou na posição de Diretor de Manutenção e Suporte Técnico no Brasil.

R – Como é o dia a dia como executivo da área?

M – Costumo dizer que em Manutenção não temos monotonia, e não temos mesmo! Trata-se de uma área super dinâmica e que exige o máximo de cada profissional. Como temos uma área bem abrangente que vai desde o fornecimento de peças até a correção do problema na máquina ou no software, temos sempre muito trabalho e contato com os nosso clientes. O bacana da nossa área é que os temas também são os mais diversos. Por um momento eu posso estar falando de uma situação crítica em um dos nossos clientes, em outro eu estou revendo a nossa proposta de venda para um outro cliente ou na cadência de custo da unidade. Como temos um número expressivo de pessoas no time, falamos muito das ações que estão sendo tomadas na área de pessoal.

R – O que há de mais especial no time de MTS?

M – Sem dúvida alguma, nossas pessoas! O sucesso da área de Manutenção da IBM esta baseado no profissionalismo, conhecimento, dedicação e paixão pela empresa e pelos nossos clientes.

Você é um profissional de Manutenção? Na sua opinião, o que faz seu time especial? Deixe sua mensagem nos comentários!